Etiqueta no Instagram e fotos bizarras. O que é falta de bom senso o que é radicalismo pseudoelitista?
segunda-feira, junho 11, 2012
Próximo Slide #03 - Depilação de Márjorie e Kristen Stewart, Sônia Abrão e etiqueta no Instagram
Etiqueta no Instagram e fotos bizarras. O que é falta de bom senso o que é radicalismo pseudoelitista?
Próximo Slide #02 - Apresentação do elenco de A Fazenda, ousadias e travessuras
Comentários altamente abalisados sobre as estrelas da quinta edição de A Fazenda, este reality show que vai ser um Deus nos acuda.
Próximo Slide #01 - Fotos vazadas na web, fails do Mundo da Música e muito mais
Casos e acasos sobre fotos e vídeos de famosos vazados na internet, alguns fatos nonsense do mundo da música e declarações íntimas da nossa musa Márjorie Novas.
Imperdível.
sábado, dezembro 31, 2011
Top 10: melhores doodles do Google de 2011
Uma das marcas registradas mais famosas do Google, desde que surgiram os doodles são uma atracão a parte na Internet, sempre lembrando as pessoas sobre datas e personalidades importantes de forma divertida e original. O ano de 2011, contudo, consolidou o início de uma nova era para esses logos comemorativos tão queridos pelo público. Após surpreender o mundo em 2010 com seu primeiro doodle interativo, uma versão jogável do vídeo game PAC-MAN que celebrava os 30 anos de seu lançamento, em 2011, com a ajuda de linguagens como o Java e o HTML5, aliadas à enorme criatividade de seus programadores, o Google mostrou que nada mais parece ser impossível para ele e lançou durante o ano uma série incrivel de logos interativos e de vídeos caprichados que prestavam homenagens à altura daqueles a quem elas foram dedicadas. Alguns deles tiveram tanta repercussão que viraram manchetes dos grandes portais de notícias ou foram compartilhados exaustivamente nas redes de relacionamento.
Abaixo estão listados os 10 doodles que mais chamaram a atenção em 2011. Para saber mais sobre eles ou acessar suas versões interativas, basta clicar em suas respectivas imagens.
10 - Aniversário de 117 anos de Martha Graham
Para homenagear os 117 anos de nascimento da dançarina e coreógrafa que revolucionou a dança moderna, o Google soube aliar refinamento e delicadeza para criar um belíssimo doodle. Ao entrar na pagina inicial do site, uma animação mostrava o seu logo sendo escrito na tela por movimentos extraídos de algumas das coreografias mais famosas de Martha, com uma versão dela diferente para cada letra, fazendo uma breve retrospectiva de figurinos e personagens que marcaram sua carreira.
9 - Aniversário de 160 anos da primeira Feira Mundial
Apesar de simples, a ideia do Google para lembrar os 160 anos da realização da primeira feira mundial se destacou por sua elegância e sutileza. Dessa vez o logo do site surgiu estilizado em meio a uma belíssima ilustração, feita propositalmente em tamanho bastante reduzido, de modo que só era possível apreciá-la devidamente com o auxílio de uma lente de aumento que surgia quando se passava o mouse sobre ela, revelando detalhes incríveis, alguns deles inclusive animados.
8 - Aniversário de 183 anos de Júlio Verne
Em homenagem ao 183º aniversário de nascimento de um dos pais da ficção cientifica, o Google foi buscar inspiração em sua obra mais famosa, o grande clássico “Vinte Mil Léguas Submarinas”, e para simular a sensação de se estar dentro do famoso submarino Nautilus do livro, transformou seu logo em uma escotilha com uma incrível vista para o fundo do mar, que podia ser explorada com o uso de uma alavanca que permitia descer, subir ou mover-se para os lados.
7 - Aniversário de 90 anos de Art Clokey
Nada melhor do que um doodle animado para comemorar os 90 anos do nascimento do grande mestre que popularizou a animação em Stop Motion com argila e que criou personagens extremamente cativantes que marcaram época na TV. Em uma producao caprichada, em parceria com um grupo de animadores veteranos, o Google criou uma fantástica peça interativa, substituindo seu logo por bolinhas de argila de diferentes cores, que quando eram clicadas se transformavam em alguns dos principais personagens de Art, feitos realmente de argila e que executavam ações divertidas, típicas desse tipo de animação, como bonecos se fundindo ou assumindo formas inusitadas.
6 - Aniversário de 122 anos de Charlie Chaplin
Homenagear um dos maiores mestres do cinema de todos os tempos exigia uma iniciativa diferente e para isso o Google não poupou esforços, dedicando à comemoração de 122 anos do nascimento de Charlie Chaplin o seu primeiro doodle em live-action. Em sua página inicial, seu logo foi substituído por uma imagem em preto e branco com o close de um rosto escondido quase até a metade por um pedaço de papel com o nome do site escrito em uma tipografia típica de jornais antigos. Um botão de “play” estrategicamente posicionado abaixo do nariz, fazendo as vezes do inconfundível bigode, já dava uma ideia do que estaria por vir. Clicando-se nele era então exibido um curta metragem estrelado por ninguém mais ninguém menos que a própria equipe responsável pelos doodles e que recriava magistralmente desde pequenos detalhes, como os cenários e figurinos, até a atmosfera ingénua e os trejeitos inesquecíveis que marcaram toda uma era.
5 - Aniversário de 100 anos de Lucille Ball
Como celebrar o centenário do nascimento de Lucille Ball, uma das maiores comediantes dos Estados Unidos e que além de protagonizar uma das carreiras mais brilhantes e duradouras de Hollywood, foi também um dos principais personagens da história da televisão? A solução encontrada pelo Google foi deixar que a própria atuação de Lucille Ball falasse por si mesma e para isso substituiu seu logo por um aparelho de TV em estilo antigo, que permitia escolher por meio de um seletor de canais entre alguns dos melhores momentos do seriado “I Love Lucy”.
4 - Aniversário de 75 anos de Jim Henson
Jim Henson não foi apenas o criador dos Muppets. Ele foi responsável por uma verdadeira revolução na arte de manipular bonecos, tendo participado da criação de uma série de personagens clássicos da TV que vão desde os fantoches do programa Vila Sésamo até os bonecos animatronics do seriado Família Dinossauros. Para celebrar os 75 anos do seu nascimento, o Google resolveu dar as pessoas a chance de experimentar como é ser um manipulador e substituiu seu logo por um pequeno palco com alguns dos principais personagens criados Henson, que podiam ser controlados clicando-se em um botão abaixo deles. Como se isso não fosse o bastante, o doodle ainda escondia easter eggs. Ao se realizar movimentos específicos com os personagens, eles executavam ações automáticas, que iam desde um simples espirro até engolir o boneco ao lado.
3 - Natal
2011 já estava em seus últimos acordes quando o Google pegou a todos de surpresa mais uma vez. Além de enfeitar sua página inicial com luzinhas de Natal, cada letra de seu logo, que também era formado por luzinhas, vinha acompanhada por um botão colorido. Clicando-se em cada um dos botões, eles acendiam sobre a letra correspondente um novo enfeite luminoso, dessa vez colorido e com a forma de uma figura natalina. Quando todos os botões eram acionados, a página “apagava sua luz” e as figuras coloridas começavam a dançar ao som de uma típica musica de Natal.
2 - Aniversário de 96 anos de Les Paul
Esse doodle já se tornou um clássico da internet. Para celebrar o aniversário de 96 anos do nascimento do grande pioneiro das guitarras elétricas, o Google surpreendeu ao apresentar no lugar de seu logo um modelo estilizado de guitarra, que podia ser tocada tanto com o mouse, simulando o toque dos dedos nas cordas, como com o teclado, pressionando-se determinadas letras ou números. O aplicativo permitia ainda gravar uma faixa de 30 segundos, que era registrada em um link gerado imediatamente pelo site para que as pessoas pudessem compartilhar suas composições à vontade na rede.
1 - Aniversãrio de 65 anos de Freddie Mercury
Não era de se admirar que o Google quisesse homenagear o aniversário de 65 anos do nascimento de Fredie Mercury, ainda mais no mesmo ano em que se completariam 20 anos de sua morte, mas ninguém poderia imaginar que ele tinha reservado para isso uma superprodução. Na página inicial do site, um logo personalizado com ilustrações do cantor acompanhado por um botão de “play” dourado, parecendo uma jóia, convidava a assistir a um clipe animado apoteótico, a altura da personalidade extravagante do ex-líder do Queen. Em 90 segundos, o vídeo fazia uma retrospectiva emocionante de sua carreira, entre momentos marcantes, figurinos que ficaram famosos e uma série de divertidas referências a videogames. O sucesso foi tanto que versões da animação em tamanho maior do que a publicada originalmente no doodle são facilmente encontradas no YouTube.
domingo, dezembro 12, 2010
A música alcançou a maioridade
E já faz um tempo, mas fingimos que ainda é aquela criancinha que precisa da "nossa" mesada para se manter. Ainda a vemos como na época que vendia seus discos de porta em porta para tirar um trocado e se manter nas gravadoras. Essa época já era. Agora ela é emancipada, sabe o que quer e onde buscar. A música não cansa de repetir: "sou independente!"
Dois shows ontem na Fundição Progresso me fizeram concluir essa ideia que já rondava com certa estrutura o cenário musical há (chute) 7 ou 8 anos, ou pelo menos eu tive tal percepção por essa época. Teatro Mágico e Forfun. Por fatores estigmatizantes, as duas bandas não tem nada a ver entre si, porém a justificativa é altamente louvável: a defesa da produção independente. Essa liberdade produtiva deixa tudo mais experimental, curioso e evolucionável.
Muitas bandas e músicos sem qualquer apelo comercial ou apoio de grandes gravadoras lotam suas apresentações sem quase nenhum reconhecimento de mídia, o que acaba parecendo ótimo por um lado. O público é segmentado e focado na apresentação, no prestígio ao artista, o que faz tudo ser muito mais interessante, tanto para a platéia quanto para quem está no palco. Sinergia. Empatia.
Forfun, que abriu o evento, me fez lembrar "meus tempos de moleque", apesar de provarem musicalmente o amadurecimento nas composições e produções musicais. Um dia visto como "punk rock adolescente" na época em que o emocore tomava expressão no Brasil, o que fez com que fossem taxados erradamente com tal rótulo, hoje demonstra o seu lado experimental agregando pitadas de reggae, dub, funk, música eletrônica e o peso das guitarras distorcidas. As letras tentam expressar novas reflexões de como o grupo enxerga o mundo, o dia-a-dia e algumas experiências particulares.
Sem qualquer expectativa sobre qualquer coisa, fiquei para assistir ao Teatro Mágico. Confesso que, antes de sair de casa, ouvi alguma coisa deles no Youtube, o que me despertou a curiosidade, mas nada que pudesse fazer algum pré-julgamento. Fugindo ao máximo da síndrome do underground, me surpreendi com tudo. Letras de grau elevadíssimo, inteligentes e conceituais. Performances circenses que fazem prender a atenção de qualquer ser perdido no meio de tanta informação... como eu.
Por muito e muito tempo não sentia tanta satisfação em tirar meu suado dinheiro do bolso e pagar por um ingresso. R$30,00 e pareceu sair de graça, levando em consideração toda a estrutura, performances, entretenimento, expressão artística e cultural, além da inspiração agregada. Minhas palmas não conseguiam traduzir tamanha sensação em constatar que ainda há arte na música, como nunca deveria deixar de haver.
Uma pena eu não estar com tanta energia para ficar até o final. A apresentação principal da noite foi extensa, aproveitando ao máximo a comemoração dos 7 anos de Teatro Mágico. Uma grande surpresa (para mim, claro), foi ver nada mais nada menos que Leoni subir ao palco e dividí-lo com os anfitriões. Nessa hora eu já não aguentava mais, depois de um sábado acordado desde as 7:00h. Sim. Leoni está correndo por fora na cena independente. Particularmente foi o momento menos empolgante, porém contextualmente curioso. Também não vi a participação dos Varandistas, banda que ainda não conheço.
Por último e não menos importante. O que assisti ontem não perde em NADA para shows ao triplo do preço, sejam estrangeiros ou nacionais inacessivelmente estrangeirados.
Algumas frases soltas no evento definem o começo deste post:
- "Não estamos em nenhuma rádio do Brasil, mas a Fundição está lotaaaada!"
- "Não vamos pagar jabá para rádio."
- "Baixem nossas músicas, gravem um CD e dê para um amigo, um primo. Essa é a pirataria boa."
- "Viva a música independente no Brasil!"
Viva a maioridade musical!
[Agora vou baixar o segundo CD do Teatro Mágico, porque os do Forfun eu já tenho desde os 18 anos.]
www.oteatromagico.mus.br
www.forfun.art.br
segunda-feira, setembro 20, 2010
Vai Planeta! ... e seus 20 anos
Terra! Fogo! Vento! Água! Coração!
O conteúdo dos programas de televisão sempre foram questionados. Seja a idiotilização no entretenimento ou a erotização dos programas de auditório. Os mais consevadores diriam: "Televisão só tem lixo".
Hoje comemora-se oficialmente os 20 anos do herói que foge às simples histórias de luta contra o bem e o mal. Seu ideal é a preservação do planeta Terra, enfrentando vilões que, para lucrarem, exploram os recursos naturais de maneira irresponsável. Durante o programa, a todo o momento são levantados questionamentos sobre ecologia.
5 jovens de diferentes países foram escolhidos para ajudar a preservar todo o ecossistema terrestre da ganância humana. Cada um ganhou um anel com um poder diferente baseado nos elementos naturais básicos. Qualquer criança alfabetizada entende (ou aprende com o programa) quais são os 4 elementos naturais [Ok. Terra, ar, fogo e água], é o básico da Ciência. Porém o desenho animado vai além. Não basta ter a informação, é preciso trabalhar o sentimento, amar e respeitar o planeta e seus recursos. Foi incluído, então, o poder "coração", dado ao personagem Ma-Ti, teoricamente representando o Brasil por fazer parte de uma tribo de índios caipós. Ao unirem seus poderes, criam o poderoso Capitão Planeta.
Ao público infanto-juvenil há muito o que se oferecer como concientização. Os episódios são ambientados tanto em florestas quanto em centros urbanos, neste caso valorizando também a relação social, aumentando ainda mais a munição de informação útil e construtiva aos jovens.
É difícil hoje encontrarmos algum programa tratando desse tema em horário e canal comercial. A futilidade, a violência e o entretenimento ôco tomam conta da grade televisiva. Se há algum suspiro de culutra hoje em dia, conseguimos achar em canais como o Tv Futura, que além de uma programação diversificada e rica, exibe também o Capitão Planeta.
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-> Conheça a Fundação Capitão Planeta
O Invasor (Bed Intruder)
Hoje você pode ser um anônimo dando uma entrevista para o Jornal Nacional. Amanhã um cantor de rap sem nunca ter participado de qualquer produção com este fim.
Enquanto Dodd dormia, um ladão invadiu seu apartamento pela janela do quarto. Ao acordar vendo o ladrão, chamou seu irmão para ajudá-la. Parece que o ladrão e o "nosso herói" brigaram e o invasor fugiu pela janela.
Junte talento, tecnologia, música e a performance totalmente espontânea e despretensiosa de um (até então) anônimo postada no Youtube. Pronto. Se alguém queria a fórmula do sucesso, talvez esteja no caminho certo.
Entenda:
... claro. E um pouquinho de falta do que fazer.
Só encontrei uma palavra para definir. GENIAL!
terça-feira, setembro 14, 2010
Geração inteligente... e superficial?
Quanto tempo para postar algo novo por aqui. Preguiça, correria, falta de foco, acúmulo de tarefas. Opa! "... falta de foco..." é exatamente o que ajuda a definir a questão.
Há muita informação o tempo todo. Você talvez queira muito saber a resposta de um email para, assim, talvez, aproveitar o exato momento que foi respondido e pegar o emissor ainda online, enquanto lê o portal de notícias preferido, limitando-se aos leads e ao "miolo da fruta". Clica no botão de atualizar do Twitter (se não usa um programa que faça isso por você) a cada 10 ou 15 segundos, divulga lá o link que achou interessante naquele portal que estava lendo. Clica em outros links retwittados, abrindo algumas abas do seu navegador. O msn do(a) seu(sua) melhor amigo(a) pisca perguntando sobre as novidades, sendo respondido imediatamente. No meio da resposta empolgada reclamando do chefe ou da sua mais nova empreitada, diz "... e estou esperando a resposta de um email." Aí é que se dá conta de que o objetivo de estar ali é para saber a resposta do email tão esperado, que por pouco ficou esquecido. E lá está ele aguardando a sua leitura há 20 minutos.
Quem é leitor da revista Galileu, sabe que algumas matérias estão ali para gerar polêmica entre os leitores e suas diferentes visões sobre os assuntos tratados, muitas vezes bastante radicais no quesito "levantadores de discórdia". Acho bom pois gera interação, carta (email) dos leitores e posts como este em blogs. A tal da mídia espontânea.
Pois bem. Saiu uma matéria na capa da Galileu de agosto/2010 (n° 229) [sim, faz tempo, mas isso se explica nas três primeiras linhas do começo deste texto] bem enfática: "A internet está deixando você mais burro".
Sem querer ser moralista-conservador-quadradão ou liberalista-deixa-a-vida-me-levar, pensei bastante sobre o tema e o conteúdo apresentado defende muito bem o título gritante da capa. Vale uma reflexão. A começar pelos vários sons de mensagens e coisas piscantes na sua tela enquanto lê este post, o qual escrevi tendo também todos esses elementos ao redor do meu foco principal de visão. Não vou entrar nos detalhes, pois isso já foi bastante falado em outros sites, na própria revista e nos comentários dos leitores na edição de setembro. Mas vale lembrar que MSN, TWITTER, ORKUT, EMAIL, LINKS e suas ABAS são os principais vilões. Se você ainda inclui a TV nessa lista então... xiiiih.
As referências citadas na matéria me fizeram entender o problema. Nicholas Carr e Gary Small se destacam com argumentos simples e bastante pertinentes. Há de se convir que textos muitos grandes [um tiro no pé eu falar isso] são cada vez mais rejeitados na rede. São cansativos e mais propensos a todos os tipos de interferência que tirem a atenção do leitor.
Estamos ficando [e somos exigidos a isso] cada vez mais adaptados a tantas informações ao mesmo tempo. Nossa capacidade de adaptação é muito grande. O ser humano é naturalmente adaptável ao meio [principalmente quando não temos escolha]. Mas muita informação não pode ser, também, informação nenhuma? Aquela pergunta clássica "Você lembra o que você comeu ontem?" pode ser editada para "Você lembra o que retwittou hoje?". Queremos saber de tudo o que está acontecendo e não nos damos tempo para refletir sobre tais acontecimentos. Em época de BBB a coisa é diferente. Parece temos uma só informação por todos os lados a 360° [agora sim você entendeu o tamanho do problema, rs].
Vemos muitos links "interessantes" em diversos sites e ao final lembramos de tudo o que lemos? Gary Small diz que quanto mais hiperlinks no meio de um texto, menor é a compreensão, pois dividimos nosso foco entre a tomada de decisão em clicá-los ou não e o conteúdo lido. Esse prejuízo na compreensão seria maior do que a interferência de outros programas. Nichlas Carr afirma que a internet está nos deixando com menos capacidade de pensamento crítico.
A matéria vai para questões mais científicas, por exemplo quanto ao aprendizado e o reforço das informações no cérebro por meio de novas ligações neurais, o que, ao que parece, dificilmente acontece enquanto estamos conectado com tanta informação inteferindo na nossa concentração.
Por fim, algumas dicas são dadas nessa edição da Galileu para tentarmos achar um eixo no meio de tamanha turbulência informativa. Eu resumo assim:
- Defina horários para usar o Twitter e o email. Por questões de concentração em tarefas mais importantes, produtividade e até mesmo estresse.
- "Arranque as distrações da tela". Todos os links e imagens que acabam tirando a sua concentração podem ser ocultados usando o Readability
- Procure sair do quarto, escritório, sala por alguns momentos. Procure lugares ao ar livre mais tranquilos, ou olhe por um tempo pela janela. Observe o movimento, a paisagem, abstraia um pouco.
- Tenha sempre um bom livro na mochila ou na bolsa. Leia algo diferente nos tempos vagos. Recomendo na ida e na volta do trabalho (escola ou faculdade também estão valendo).
- Tente desconectar totalmente. Algum dia da semana 100% sem internet não irá te trazer qualquer malefício. Fim de semana é perfeito ou use pelo menos o indispensável como o email do trabalho.
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Fonte:
-> Galileu - Agosto de 2010 - Número 229
quinta-feira, maio 27, 2010
O ideal é não idealizar
A cada edição do BBB, eu fico mais distante do que acontece na "casa mais famosa do Brasil blablabla". E vamos combinar que no nivel "10" em matéria de BBB, já posso dizer que sou alienado - o que não é grande defeito, né?.
"O Homem Ideal e Outras Conversas". Li isso na capa de um livro com a foto de uma bonita mulher de pefil. Claro, havia outros livros na estante da Saraiva, porém esse me chamou a atenção. Apesar de não estar na imagem ilustrativa do post, preso (ou impresso, não lembro) na capa havia uma enorme etiqueta azul com letras berrando (amarelo? branco?) algo como "Elenita do BBB".
Quem?! Eu só ouvia falar em Dourado, Ana Mara, Cacau, Paparazzo, Boninho, mas não me recordava de nenhuma "Elenita", nem quem pegava quem. Encontrei algumas informações sobre a Lena - comecei a lembrar do nome na hora - e me surpreendi mais ainda. Descobri que ela tem mestrado e doutorado em Liguística Aplicada. Claro que qualquer um que acompanhou o BBB sabe disso.
Apesar dela dizer que sofreu preconceito na universidade depois de deixar a casa, não foi o que pensei na hora. De qualquer forma, o que me deixou espantado foi a tal etiqueta denunciando o "crime". Achei um absurdo alguém usar isso como estratégia de marketing e/ou comunicação. Acredito que, talvez, não tenha sido ideia dela e que traria mais credibilidade sendo apenas a Elenita Rodrigues. Afinal, o livro conta com citações de Clarice Lispector e é escrito por uma doutora. Para acabar com qualquer tabu de esteriótipo Ex-BBB, mais umas lidas em sites de notícia e blogs e descobri que ela recusou o convite para posar nua.
Também acho que se não fosse essa indignação causada em mim pela maldita etiqueta, eu não teria procurado nada sobre ela e não abordaria o tema por aqui. São dois gumes sim. Aliás, três!
1)Mais chances de alguém querer ler por ser uma ex-BBB
2)Menos chances de alguém querer ler por ser uma ex-BBB
3)Sem a etiqueta, seria Elenita Rodrigues, sendo ex-BBB ou não, doutora em Linguistica Aplicada pela UNB.
Sinceramente não é um tema de meu interesse, porém por tudo o que descobri sobre a autora, me aguçou a curiosidade em ler a contra capa.
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[Atualizado]
Achei a foto do Michel segurando o livro da Elenita e tal etiqueta.

Reativando os motores
Há tempos estou querendo voltar com o PróximoSlide à ativa e resolvi mexer no layout que estava (acredite) bem pior que este. Depois de muito coçar a cabeça, entender o código do template que eu tinha pego como base e fazer os devidos ajustes, resolvi que, por hora, assim está bom.
Durante o processo de reconstrução comecei a pesquisar assuntos relevantes. Juntei vários temas para expor e debater por aqui, defini algumas ideias para não me perder no meio de tanta informação ao mesmo tempo. Mas a "inspiração" de colocar toda essa bagagem em forma de texto me fugia junto ao tempo, devido a imprevistos e obrigações. Ok, confesso, faltou organização.
Não sou escritor, nem jornalista por ofício, apesar de estudar e atuar em Comunicação Social, não tenho pretensões em fazer leads ou usar técnicas elaboradas, apenas sinto um prazer muito grande em escrever, em dissertar. Meu primeiro blog tive aos 16 anos - é triste, pois acabei de me lembrar que já faz quase 10 anos - e rendeu muitas histórias. Me lembro de várias vezes que criei um post do tipo "de volta", sempre com um título diferente. Por muito tempo parei de escrever nele pois cancelei a assinatura da Globo.com, perdendo assim minha conta do Blogger.com.br.
Hoje, entre um trabalho e outro na empresa, fui parar, aleatoreamente no blog da Beatriz Morgado enquanto procurava inspirações de temas, layouts, etc. Eu me vi, sem querer, do lado de lá do monitor, escrevendo, pensando e me deparei com o perfil dela na barra lateral onde dizia: "Esse blog não fala de assuntos específicos! É uma mistura de tudo o que eu penso, de tudo o que eu vejo e de tudo que eu quero expressar.". Até aí, nenhuma novidade, muitos blogs são assim. Mas parecia que precisava ler isso para me dar conta do como eu sentia falta desse "ambiente", o qual sempre me senti muito confortável e prazeroso, a velha "blogosfera".
Não sei se esse é meu último retorno, afinal pretendo não parar mais. De qualquer forma, tudo o que falei, já havia meio que falado antes por aqui há 3 anos. Engraçado.
Agora é só tirar a ferrugem das engrenagens e começar. =)
quarta-feira, junho 17, 2009
Marcelo Mira - FNAC Campinas 17/06
Galera de Campinas, vim dar uma dica legal e gratuita de entretenimento e cultura.
Hoje tem Marcelo Mira na FNAC de CAMPINAS apresentando seu CD de lançamento Roda Gigante a partir das 19:00h.
O CD conta com a produção de Deeplick, responsável por vários sucessos populares como Seu Jorge, Vanessa da Mata, Jota Quest, Skank, Dani Carlos, entre outros, além do novo CD de Wanessa Camargo, no qual Marcelo Mira assinou 8 faixas.
AV. GUILHERME CAMPOS, 500 - SANTA GENEBRA - CAMPINAS - SP
"Marcelo Mira realiza pocket-show do CD Roda Gigante (EMI), neste trabalho ele exibe sua admiração pela poesia de Chico Buarque, além do Paralamas, Legião Urbana e The Police. Destaque para as músicas: Teu lugar, Minha voz, Peixe Azul/Dias Claros, entre outras."
A rádio 89 FM de Campinas receberá o músico ao vivo a partir das 15:00.
Clique aqui para assistir ao clip oficial da música de trabalho Passos Pela Rua.
Ou aqui para conhecer mais e ouvir mais músicas do CD Roda Gigante.
Conheça a Comunidade Oficial no Orkut.
Vale a pena conferir.
sábado, junho 13, 2009
CQC x Câmara dos Deputados
Só pelo título já dá para ter noção da palhaçada que virou o Governo no geral. Não que isto seja novidade, mas estão assinando embaixo onde diz: "Tenho consciência de que sou corrupto e que cairia muito mal dar declarações sobre o que faço com o dinheiro público do país."
Tal pensamento me veio em mente quando navegando pelos portais de notícia leio o seguinte título: "Deputado que "se lixa" pede para Câmara limitar acesso de integrantes do "CQC". Eu gosto de questionar as coisas e dessa vez a pergunta foi: "Com que moral um cara desse faz tal solicitação?" É, no mínimo, de dar uma boa gargalhada.
X
O Deputado Sérgio Moraes demonstrou total insatisfação ao ser perguntado por Danilo Gentilli "sobre a denúncia de que usou telefone público instalado na residência de seu falecido pai, no Rio Grande do Sul, para fazer ligações a um disque-sexo." Analisando psicologicamente o fato, posso compreender que bateu um certo sentimento de "vergonha" mascarado por um protesto à presença do CQC. Claro, afinal, ninguém gostaria de ter suas intimidades expostas publicamente. Cada um com seus problemas e suas fantasias. Indo por esse caminho, também achei um desrespeito enorme do entrevistador do CQC. Afinal de contas, se o telefone era público, qualquer um poderia usar para o quem bem entedesse, certo? Que maldade!
Concordo com o Deputado Sérgio Moraes quando diz que o CQC está desmoralizando a "casa". Aposto que todos acham um absurdo quando ouvem a maioria das respostas às perguntas de Danilo Genitilli e cia. A Câmara deveria continuar como antes, a galera que rouba, frauda e desvia na dela, sem intervenções jornalísticas de nenhuma espécie, o povão sem saber o que está acontecendo e todos na maior paz, eles roubando e eu e você sendo roubados. Muito menos estresse para ambos os lados.
É notória a deselegância de alguns Deputados entrevistados. Óbvio, onde está escrito que um conjuto de terno e gravata dignifica o homem? Realmente a Câmara dos Deputados é perfeita, elegante, respeitada, mas só quando não abrem a boca.
-> Folha Online: Deputado que "se lixa" pede para Câmara limitar acesso de integrantes do "CQC"
sexta-feira, junho 12, 2009
Zeebo - Uma nova concepção de videogame?
O novo console da TecToy recém lançado no Brasil pode ser o responsável por uma grande revolução no mundo dos games, principalmente quando o assunto esbarra na pirataria. De fato, o Zeebo (R$ 499,00) não é uma poderosa plataforma de jogos virtuais, passa longe da concorrência com Playstation (II ou III), Nintendo Wii e XBox 360, mas surge com uma solução para aqueles que querem comprar jogos, esbarram no altíssimo preço nas lojas e vão procurar em um camelô mais próximo por RS10,00 ou RS15,00 sem muitas garantias.
Utilizando uma rede 3G própria, em parceria com a Claro, o usuário compra online seus jogos utilizando créditos, assim como é feito com celulares pré-pagos. Os Z-Credits, que podem variar de 1.500, 2.000 ou 3.000 créditos em pontos por cada cartão, são utilizados de acordo com o valor em créditos de cada jogo.
Todos os jogos são armezenados no HD e não há a possiblidade de serem transferidos por outro tipo de mídia que não seja a própria rede 3G, impossiblitando assim a distrbuição ilegal.
Assim que eu fiquei sabendo do Zeebo, me veio em mente o N-Gage, aquele aparelho da Nokia que não deu muito certo por aqui. Um celular com seu foco voltado aos jogos virtuais (eu prefiro dizer que era um mini-game que também servia de celular). Ao procurar mais sobre o Zeebo, encontrei na Wikipedia a informação de que "os jogos disponiveis são versões mobile, desenvolvidos para rodar originalmente em aparelhos como N-Gage da Nokia ou telefones celulares compativeis."
Agora tudo faz sentido. Não haveria motivo para um console aquém das plataformas já conhecidas e adoradas entrar no mercado apenas para lançar uma nova maneira de aquisição de jogos. Não do jeito que foi lençado, com evento especial, cobertura por vários portais de tecnologia e jogos. Me parece ser uma estratégia de vender/valorizar a produção que não deu certo para o caso do N-Gage. A pergunta que faço é "Por que daria certo agora?" Com o mundo cada vez mais portátil, por que um console ligado a TV, com seus cabos e seus joysticks faria sucesso, tendo aí a sempre ameaçadora "família Playstation"?
Algumas das estratégias de mercado são que o Zeebo foi desenvolvido para países emergentes com grandes problemas de pirataria e para usuários que não tem acesso a jogos mais avançados, o que me parece contraditório ao valor de quase R$500,00 pelo console, lembrando que em mercados
Fontes
Zeebo - Site oficial
Olhar Digital
Wikipedia
sábado, junho 06, 2009
25 anos de Tetris II
Claro!
Não poderia deixar de lembrar deste gênio! O nome da fera é Guillaume Reymond.
Eu assisti este vídeo ano passado e duas coisas me vieram em mente:
1)Que idéia genial!
2)Quanto tempo ocioso ele deve ter tido para fazer tal produção?
O cara simplesmente montou um Tetris Humano usando um salão (não sei direito que tipo de lugar, mas me faz lembrar uma igreja pela disposição dos lugares). As peças humanas aparecem, descem a tela, rotacionam, fazem barulhinhos de mini-game (quem não se lembra do Apollo ou BrickGame?), se encaixam e tudo mais como num joguinho de verdade.
Muitos já devem ter visto, não é nenhuma novidade na internet/Youtube, mas faço questão de postar em comemoração os 25 Anos de Tetris.
25 anos de Tetris
Em comemoração aos 25 Anos de Tetris, resolvi colocar um joguinho para o pessoal se distrair neste sábado frio aqui no Rio. (Inclusive, mais tarde, depois de alguns afazeres, virei aqui ver quantos pontos máximos eu consigo fazer e a gente monta um ranking, ok?)
São duas versões do joguinho mais famoso do mundo que eu achei no site Mania de Jogos.
A primeira é uam versão clássica na qual, pelo teclado, o jogador usa as setinhas para movimentar as peças, rotacionando com a setinha para cima.
(Espere alguns segundos para carregar)
Tetris
A segunda é uma versão mais "2.0" da coisa.
O jogador indica com o mouse onde que vai posicionar a sua peça, podendo alinhar na vertical ou na horizontal, rotacionando com a tecla de espaço.
(Espere alguns segundos para carregar)
Tetris
Ah! Aceito sugestões de outras versões de Tetris.
Vão jogando e postando quantos pontos fizeram que eu já venho para conferir.
Até!
quinta-feira, junho 04, 2009
JARGÕES PROFISSIONAIS
Já passei há pouco da fase de rebeldia, do nacionalismo inconseqüente, dos questionamentos retóricos e parciais sobre fatos do dia-a-dia, direitos iguais, verdades, valores, etc. Porém, algo ainda me incomoda e, pior, pode nos prejudicar profissionalmente.
Lendo uma coluna no UOL sobre "Jargões Corporativos" me deparei com uma certa dificuldade de engolir tais termos estrangeiros na minha relação brasileira diária, como um (futuro) profissional de Comunicação Social.
Case, branding, briefing, feedback, follow up, target, (...)
São termos que são chamados de "técnicos" para a finalidade de tratarmos assuntos corporativos de maneira profissional (no caso, redundantemente, técnica). É importante sempre estarmos antenados a eles, pois em meio a um assunto qualquer com algum colega de profissão (independentemente da sua hierarquia) uma pergunta do tipo "Bãdi quê?" poderá culminar em comentário e riso geral (pela frente ou pelas costas), o que fará sua credibilidade ser no mínimo questionada dentro de uma equipe.
Mas quem disse que você não sabia o que era um orçamento (budget)? Ou que o estudo de caso (case) é fundamental para se traçar um planejamento, organizando todas informações necessárias, estudadas e analisadas (briefing) com o cliente a fim de então montar o resumo com os aspectos mais importantes (brief) como, por exemplo, o público-alvo (target) para direcionamento em uma campanha?
Informação nunca é demais e acho muito importante todos os profissionais, principalmente os que estão começando suas carreiras agora, ficarem atentos às pegadinhas do dia a dia dentro de um ambiente de trabalho. Sempre há um "colega" querendo puxar o seu tapete a qualquer deslize e tenho, particularmente, que tais expressões estrangeiristas são um prato cheio para tal.
De fato, ainda sou um idealista. Não sou contra a informação, porém sou a favor (quase desistindo) da valorização do conteúdo cultural pessoal e não do decoreba e do modismo. Nada me adianta repetir o que eu ouço se não sei exatamente O QUE e PARA QUE estou ouvindo.
Logo, para os que querem saber O QUE estão ouvindo para então poderem repetir (e se possível compartilhar tais informações), seguem dois links com um apanhado dos termos corporativos:
->Uol Economia
->Administradores.com.br - O portal da Administração
quarta-feira, junho 03, 2009
Trocadilhos da Playboy para as musas do 'BBB'
Nem precisamos divagar sobre o destino dos 99% dos BBBs, certo?
Realmente a capa está linda, Francine está bem
Não é nenhuma novidade que as revistas masculinas gostam de fazer brincadeiras com os títulos das capas, mas acho que nessa pegaram pesado. (É sério, eu não vou mesmo falar da Fran, tem muita gente falando por aí. Ela está
Vamos a eles:
Carol - "Big Boa Brother. Carol faz você subir pelo paredão"
Giselle - "Descubra como a cajuína é doce (e gostosa)."
Maíra - "Com a boca no trambone! (demais! rs) A gata mais ousada do BBB encara a polêmica: "O que eu faço é problema meu!"
"Trocadalhos" com "BBB"
Natália - "BBBélissima."
Juliana - "Juliana BBBem à vontade!"
Falou criatividade para ousar?
Jaque Khury - "Jaque Kuhry do BBB. OUSADA e atrevida, como você nunca viu"
Michelle Costa - "Michelle Costa do BBB. OUSADA e gostosa."
E a vencedora é...
A foto está pequena, não consegui achar outra maior, caso alguém tenha por aí, mande-me o link, ok?
Manuela - "Vem BABAR MOMÔ!!! Manu é ELA!"
Perfeito "jogadilho" das palavras oxítonas de duas sílabas "babar", "momô" e "Manu". Muito mais do que um redator publicitário, este profissional tem a arte da poesia pós modernista correndo em suas veias.
Lembrando que "Momô" era como a Manu chamava o seu namorado BBB Thyrso dentro da "casa mais famosa do Brasil".

domingo, maio 31, 2009
Sucessos do Youtube - Stefhany x Eric
Algumas frases vêm à minha mente quando me deparo com algumas situações na internet. Novidades no geral, novos sites, novos serviços, novas tecnologas virtuais, N possibilidades de interatividade, etc.
"A internet veio para democratizar e o Youtube é uma das ferramentas que exemplifica muito bem isto."
"Uma das grandes facetas da WEB 2.0 é a interação dos internautas com a internet, não absorvendo apenas, mas produzindo conteúdo."
"Você não precisa ser um grande produtor audiovisual para fazer um vídeo sobre qualquer coisa que tenha em mente e colocar no Youtube."
A parte boa é você poder aliar tudo isso ao seu entretenimento nas horas vagas de desestresse diário. Daí, dependendo do gosto pessoal, procura-se uma música, assiste-se um clip, joga-se algum jogo online (flash ou instalado no PC), enfim.
No caso do Youtube, sempre deixo aberto e fico clicando nos vídeos indicados por amigos, algum trecho de filme/seriado, ou músicas que os internautas colocam, montando clips toscos com foto, imagens aleatórias, ou deixam só escrito o nome do CD do artista ou "TE AMO PEDROKA". O que importa neste último caso são as músicas pelo fato de eu não ter paciência de baixar.
Até que em um belo dia me deparo com esta música:
VANESSA CARLTON - THOUSAND MILES
Muito bem produzida, POP americano com uma melodia legal, um piano muito bom para o estilo enlatado e tudo mais. Me lembrou os tempos de colégio (ando meio nostálgico, eu sei).
Entre cliques e descobertas de vídeos interessantes, aparece o NOVO SUCESSO da música brasileira. Em cima da base da música da Vanessa Carlton fizeram um remake com samples de forró no melhor estilo Calipso (ou me desculpem se eu estiver confundindo as coisas). E eis que surge Stefhany (sim, com F H e Y no final).
STEFHANY - EU SOU STEFHANY (NO MEU CROSS FOX)
121942 visualizações no momento do post.
Ao mostrar a alguns amigos, me senti ultrapassado depois de ouvir (ler) vários "Ah, isso eu já vi. Ela foi no GUGU!" De qualquer forma, o que me espanta é a proliferação em escala progressiva constante ao infinito (rs) de visualizações desse vídeo. E acabo de me dar conta que estou participando desse buzz marketing.
Até que um amigo meu (@lombada), muito mais antenado nas novas tendências do mundo "Tosco Web" me envia o que fez ser o meu comentário da semana. Versão (+?) zoada do vídeo anterior. Parece que se faz consumado o fato da constante luta pela superação dos seres humanos quando vejo isto:
ERIC - EU SOU O ERIC (NO MEU CROSS FOX)
quinta-feira, maio 28, 2009
E você achava que tocava violão...
Você que adora tirar onda nas rodinhas de amigos tocando clássicos da MPB, do POP ROCK mundial, tendo no seu repertório todas as conhecidas do Legião Urbana, se achando o máximo por ter aprendido a introdução de Stairway to Heaven do Led Zeppelin, animando a galera com o clichê Ana Júlia e atendendo a pedidos como "Ah, toca aquela da Ana Carolina!? É a MINHA música!!!" ou o famoso "Toca Raaauuulll!"... Bom, evite mostrar este vídeo para os seus amigos.
quarta-feira, maio 20, 2009
Por que "Próximo Slide" ?
Algumas frases, expressões e palavras são empurradas em nossas mentes sem que percebamos e muitas vezes não é intecional. Estranho? Rs... vai se acostumando com isso por aqui.
Sabe aquele seu antigo ou atual professor, seu chefe, seu vizinho, parente, amigo e afins que em algum momento de uma conversa repete sempre um "bordão"? Muitas vezes a gente não percebe de primeira, mas logo que nos desatentamos um pouco do assunto sentimos que tem algo de errado, algum incômodo sonoro e pronto! Era o maldito "bordão".
"Tá!?", "Mas", "Né?", "Tipo", "Cara", "Pô", "Entendeu?" (e sua variação "Tendeu?")...Enfim, são infinitas variações e junções de gírias ou expressões do dia-a-dia que apimentam a conversa. Eles vem escondidos, despretenciosos, no início ou no final de uma frase. O uso é quase que individual, as pessoas acabam sendo reconhecidas por suas manias vocabulárias. Mas se prestarmos a atenção no tal bordão perderemos boa parte do fio da meada e acabaremos contando quantas vezes a pessoa repetirá aquilo. Certa vez, numa aula na faculdade fizemos um bolão para ver quanto "Tás?!" a professora repetia a cada frase até o final da apresentação de seus conteúdos.
Foi exatamente se baseando em um bordão que surgiu o nome para este blog. "Próximo Slide" é característico de um professor que adorava dar aulas com o seu retro-projetor. Lia apostlias inteiras usando slides. A sala virava uma espaço convidativo ao sono e ao desestresse do cotidiano. Aquela luzinha baixa, o silêncio imposto por ele, baruhlho de papel de bala de alguém querendo se distrair e quando menos esperávamos ouviamos: "Ok? ALGUMA DÚVIDA? (clap) PRÓXIMO SLIDE!".
E foi assim que tudo começou. Ao pensar em um nome para o blog há 2 anos me veio o tal bordão que, ao meu ver, caiu como uma luva para a divagação de qualquer assunto que seja digno de um post por aqui.
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