Já passei há pouco da fase de rebeldia, do nacionalismo inconseqüente, dos questionamentos retóricos e parciais sobre fatos do dia-a-dia, direitos iguais, verdades, valores, etc. Porém, algo ainda me incomoda e, pior, pode nos prejudicar profissionalmente.
Lendo uma coluna no UOL sobre "Jargões Corporativos" me deparei com uma certa dificuldade de engolir tais termos estrangeiros na minha relação brasileira diária, como um (futuro) profissional de Comunicação Social.
Case, branding, briefing, feedback, follow up, target, (...)
São termos que são chamados de "técnicos" para a finalidade de tratarmos assuntos corporativos de maneira profissional (no caso, redundantemente, técnica). É importante sempre estarmos antenados a eles, pois em meio a um assunto qualquer com algum colega de profissão (independentemente da sua hierarquia) uma pergunta do tipo "Bãdi quê?" poderá culminar em comentário e riso geral (pela frente ou pelas costas), o que fará sua credibilidade ser no mínimo questionada dentro de uma equipe.
Mas quem disse que você não sabia o que era um orçamento (budget)? Ou que o estudo de caso (case) é fundamental para se traçar um planejamento, organizando todas informações necessárias, estudadas e analisadas (briefing) com o cliente a fim de então montar o resumo com os aspectos mais importantes (brief) como, por exemplo, o público-alvo (target) para direcionamento em uma campanha?
Informação nunca é demais e acho muito importante todos os profissionais, principalmente os que estão começando suas carreiras agora, ficarem atentos às pegadinhas do dia a dia dentro de um ambiente de trabalho. Sempre há um "colega" querendo puxar o seu tapete a qualquer deslize e tenho, particularmente, que tais expressões estrangeiristas são um prato cheio para tal.
De fato, ainda sou um idealista. Não sou contra a informação, porém sou a favor (quase desistindo) da valorização do conteúdo cultural pessoal e não do decoreba e do modismo. Nada me adianta repetir o que eu ouço se não sei exatamente O QUE e PARA QUE estou ouvindo.
Logo, para os que querem saber O QUE estão ouvindo para então poderem repetir (e se possível compartilhar tais informações), seguem dois links com um apanhado dos termos corporativos:
->Uol Economia
->Administradores.com.br - O portal da Administração
quinta-feira, junho 04, 2009
JARGÕES PROFISSIONAIS
quarta-feira, junho 03, 2009
Trocadilhos da Playboy para as musas do 'BBB'
Nem precisamos divagar sobre o destino dos 99% dos BBBs, certo?
Realmente a capa está linda, Francine está bem
Não é nenhuma novidade que as revistas masculinas gostam de fazer brincadeiras com os títulos das capas, mas acho que nessa pegaram pesado. (É sério, eu não vou mesmo falar da Fran, tem muita gente falando por aí. Ela está
Vamos a eles:
Carol - "Big Boa Brother. Carol faz você subir pelo paredão"
Giselle - "Descubra como a cajuína é doce (e gostosa)."
Maíra - "Com a boca no trambone! (demais! rs) A gata mais ousada do BBB encara a polêmica: "O que eu faço é problema meu!"
"Trocadalhos" com "BBB"
Natália - "BBBélissima."
Juliana - "Juliana BBBem à vontade!"
Falou criatividade para ousar?
Jaque Khury - "Jaque Kuhry do BBB. OUSADA e atrevida, como você nunca viu"
Michelle Costa - "Michelle Costa do BBB. OUSADA e gostosa."
E a vencedora é...
A foto está pequena, não consegui achar outra maior, caso alguém tenha por aí, mande-me o link, ok?
Manuela - "Vem BABAR MOMÔ!!! Manu é ELA!"
Perfeito "jogadilho" das palavras oxítonas de duas sílabas "babar", "momô" e "Manu". Muito mais do que um redator publicitário, este profissional tem a arte da poesia pós modernista correndo em suas veias.
Lembrando que "Momô" era como a Manu chamava o seu namorado BBB Thyrso dentro da "casa mais famosa do Brasil".

domingo, maio 31, 2009
Sucessos do Youtube - Stefhany x Eric
Algumas frases vêm à minha mente quando me deparo com algumas situações na internet. Novidades no geral, novos sites, novos serviços, novas tecnologas virtuais, N possibilidades de interatividade, etc.
"A internet veio para democratizar e o Youtube é uma das ferramentas que exemplifica muito bem isto."
"Uma das grandes facetas da WEB 2.0 é a interação dos internautas com a internet, não absorvendo apenas, mas produzindo conteúdo."
"Você não precisa ser um grande produtor audiovisual para fazer um vídeo sobre qualquer coisa que tenha em mente e colocar no Youtube."
A parte boa é você poder aliar tudo isso ao seu entretenimento nas horas vagas de desestresse diário. Daí, dependendo do gosto pessoal, procura-se uma música, assiste-se um clip, joga-se algum jogo online (flash ou instalado no PC), enfim.
No caso do Youtube, sempre deixo aberto e fico clicando nos vídeos indicados por amigos, algum trecho de filme/seriado, ou músicas que os internautas colocam, montando clips toscos com foto, imagens aleatórias, ou deixam só escrito o nome do CD do artista ou "TE AMO PEDROKA". O que importa neste último caso são as músicas pelo fato de eu não ter paciência de baixar.
Até que em um belo dia me deparo com esta música:
VANESSA CARLTON - THOUSAND MILES
Muito bem produzida, POP americano com uma melodia legal, um piano muito bom para o estilo enlatado e tudo mais. Me lembrou os tempos de colégio (ando meio nostálgico, eu sei).
Entre cliques e descobertas de vídeos interessantes, aparece o NOVO SUCESSO da música brasileira. Em cima da base da música da Vanessa Carlton fizeram um remake com samples de forró no melhor estilo Calipso (ou me desculpem se eu estiver confundindo as coisas). E eis que surge Stefhany (sim, com F H e Y no final).
STEFHANY - EU SOU STEFHANY (NO MEU CROSS FOX)
121942 visualizações no momento do post.
Ao mostrar a alguns amigos, me senti ultrapassado depois de ouvir (ler) vários "Ah, isso eu já vi. Ela foi no GUGU!" De qualquer forma, o que me espanta é a proliferação em escala progressiva constante ao infinito (rs) de visualizações desse vídeo. E acabo de me dar conta que estou participando desse buzz marketing.
Até que um amigo meu (@lombada), muito mais antenado nas novas tendências do mundo "Tosco Web" me envia o que fez ser o meu comentário da semana. Versão (+?) zoada do vídeo anterior. Parece que se faz consumado o fato da constante luta pela superação dos seres humanos quando vejo isto:
ERIC - EU SOU O ERIC (NO MEU CROSS FOX)
quinta-feira, maio 28, 2009
E você achava que tocava violão...
Você que adora tirar onda nas rodinhas de amigos tocando clássicos da MPB, do POP ROCK mundial, tendo no seu repertório todas as conhecidas do Legião Urbana, se achando o máximo por ter aprendido a introdução de Stairway to Heaven do Led Zeppelin, animando a galera com o clichê Ana Júlia e atendendo a pedidos como "Ah, toca aquela da Ana Carolina!? É a MINHA música!!!" ou o famoso "Toca Raaauuulll!"... Bom, evite mostrar este vídeo para os seus amigos.
quarta-feira, maio 20, 2009
Por que "Próximo Slide" ?
Algumas frases, expressões e palavras são empurradas em nossas mentes sem que percebamos e muitas vezes não é intecional. Estranho? Rs... vai se acostumando com isso por aqui.
Sabe aquele seu antigo ou atual professor, seu chefe, seu vizinho, parente, amigo e afins que em algum momento de uma conversa repete sempre um "bordão"? Muitas vezes a gente não percebe de primeira, mas logo que nos desatentamos um pouco do assunto sentimos que tem algo de errado, algum incômodo sonoro e pronto! Era o maldito "bordão".
"Tá!?", "Mas", "Né?", "Tipo", "Cara", "Pô", "Entendeu?" (e sua variação "Tendeu?")...Enfim, são infinitas variações e junções de gírias ou expressões do dia-a-dia que apimentam a conversa. Eles vem escondidos, despretenciosos, no início ou no final de uma frase. O uso é quase que individual, as pessoas acabam sendo reconhecidas por suas manias vocabulárias. Mas se prestarmos a atenção no tal bordão perderemos boa parte do fio da meada e acabaremos contando quantas vezes a pessoa repetirá aquilo. Certa vez, numa aula na faculdade fizemos um bolão para ver quanto "Tás?!" a professora repetia a cada frase até o final da apresentação de seus conteúdos.
Foi exatamente se baseando em um bordão que surgiu o nome para este blog. "Próximo Slide" é característico de um professor que adorava dar aulas com o seu retro-projetor. Lia apostlias inteiras usando slides. A sala virava uma espaço convidativo ao sono e ao desestresse do cotidiano. Aquela luzinha baixa, o silêncio imposto por ele, baruhlho de papel de bala de alguém querendo se distrair e quando menos esperávamos ouviamos: "Ok? ALGUMA DÚVIDA? (clap) PRÓXIMO SLIDE!".
E foi assim que tudo começou. Ao pensar em um nome para o blog há 2 anos me veio o tal bordão que, ao meu ver, caiu como uma luva para a divagação de qualquer assunto que seja digno de um post por aqui.
terça-feira, maio 19, 2009
Reinaugração
Próximoslide voltando à ativa, desde sua fase de teste em 2007 quando este que vos escreve mal sabia o que era WEB 2.0.
A vontade de voltar a escrever aliada à necessidade de me reapresentar para a blogsfera me fez procurar dentro do meu baú de utilidades da vovó algo que pudesse ser útil antes de jogar o lixo fora. Assoprei, bati a poeira, passei um pano e agora só fatam alguns ajustes para funcionar perfeitamente.
Proposta deste blog é falar de tudo que acontece online e offline com uma visão mais fatual do que pessoal, sem #mimimi. Não há nenhum estudo de público-alvo ou estratégias de marketing online, apenas informação democrática, algumas vezes repetitivas e nada originais, outras vezes exclusivas de conteúdo próprio (um podcast, talvez?).
A ansiedade pelo resultado do que virá é tão grande quanto as expectativas. Espero poder fazer parte das ágoras virtuais observando, analisando, compartilhando e criando (?) conteúdos, contribuindo para a tal era do conhecimento.
Sempre um slide novo em vosso retroprojetor.
Vamo que vamo.
Próximo slide!
quinta-feira, setembro 06, 2007
Acordei num novo mundo... SOCORRO !
Agora eu imagino como estaria hoje Cristóvão Colombo se tivesse sido congelado e acordado nos anos 2000.
Essa onda de WEB 2.0 está me tirando o sono.
Perdi o dia do seu 'lançamento' e agora estou querendo nadar atrás desse navio mas tá difícil.
Quando já acho que estou entendendo FEEDS, aparece o WIDGET. Quando já estou entendendo o site Rec6 aparece o BlogBlogs.
Daí eu entendo já o suficiente de cada e aparece uma utilidade nova. Percebo que meu cursinho de HTML hoje deve ser distribuido na rua junto a panfletos e santinhos.
Parei no tempo legal. HTML hoje é piada. Juro que já tentei sentar e aprender PHP, ASP e essas coisas. Só que estou vendo que quando começar a aprender, já vão lançar o Ruby (como de fato).
Socorroooo!
Quando falaram que esta é a era da informação, eu achei que tivesse entendido.
Eu só quero conhecer as novas ferramentas de divugação de páginas. Será que isso é muito?
Mas é isso aí.
Batendo cabeço, seguindo em frente. Vamo que vamo.
Próximo Slide!
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